11 de janeiro de 2010

Santiago



Muitas borboletas no caminho até a serra. Caminhada longa mas recompensada pela beleza do lugar e tranquilidade da vista sobre o nada.

Na volta fomos ao único restaurante ainda aberto na cidade. Já era tarde pra almoço. Comemos e enquanto isso mais gente chegava querendo comer mas a dona já tinha parado de servir. Ela queria descansar para reabrir mais tarde, ficou realmente puta e protagonizou umas das cenas mais non sense que eu já presenciei.

Reclamando, ela pediu pra gente sair pra ela fechar o restaurante, recolheu os talheres, pratos, copos. A gente continuou sentado e de repente ela carregou a mesa pra dentro também - e nós sentados ainda... O Yannis levantou pra discutir com ela e aí ela levou as cadeiras também e fechou a porta na nossa cara. Ok, nunca mais comer aqui.

Mas no dia seguinte era a única opçao de novo, entonces... Ela mais calma, tentou se explicar mas nao convenceu muito.

Depois de comer lá fomos nós caminhar até as poças. Lugar longe. Custamos a achar o caminho certo, quase desistimos, achamos que as poças estavam secas pela falta de chuva. Depois umas setas no chao que nao chegavam nunca ao seu destino. Já era tarde quando encontramos, nem deu pra aproveitar muito o lindo lugar, poças com água quente para se banhar, cachoeira, no meio do nada, silencio quase total, so o som da agua correndo e dos passaros voando.

Esquecemos a pilha da maquina e a camera de video esquecemos ligada durante o caminho. Ou seja, do lugar mais bonito ate agora so temos umas fotos nao muito boas no celular do Yannis...

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