8 de janeiro de 2010

Roboré



Para chegar em Roboré fomos até a "rodoviária", compramos a passagem por 50 bolivianos e esperávamos os famosos micro ônibus em que a mala vai no alto do bus, do lado de fora. Qual nao é nossa surpresa quando descobrimos que vamos de táxi até lá, e nao é coisa pouca, hein: 240 km de viagem. No caminho outras pessoas "toman asiento" também, é uma viagem tranquila a 200km por hora numa estrada monótona, sem curvas, sem nada demais na paisagem e que acompanha a linha do famoso trem da morte.

Em Rovoré vamos pegar o trem na terça-feira. Esperávamos uma cidade do interior, pacata, natureza. Mas que cidade feia e que gente estranha.

"No hay nada", para mim foi o que ficou desse lugar. Trocentas vezes responderam isso quando perguntamos se havia comida, bebida ou alojamento. Descobrimos que só se come na hora do almoço e do jantar, parece que os restaurantes acompanham a refeiçao da familia, eles cozinham para a família e se tem cliente bem, se nao, bom também, eles almoçam e jantam normalmente. Por isso também nunca tem opçao de pratos, ou se come o almoço deles ou nada, e geralmente eles comem pollo com arroz ou arroz com pollo...

E como há insetos...

Nenhum comentário: